Aprenda
Domine a ferramenta e o conceito por trás dela
Antes de colocar verba no ar, responda com números: quantos cliques essa verba compra, quantas vendas gera e se o resultado paga a conta. Esta calculadora faz a matemática que a maioria pula: e que separa campanhas que escalam de campanhas que queimam verba.
Como interpretar cada resultado
- Cliques: verba ÷ CPC. É o tamanho do funil que a verba compra.
- Vendas: cliques × taxa de conversão. Aqui mora a verdade: site lento e formulário ruim derrubam esse número.
- Receita: vendas × ticket médio. Use o ticket real médio, não o do produto campeão.
- ROAS: receita ÷ investimento. Abaixo de 1 você perde dinheiro; a meta saudável depende da sua margem.
- Lucro: receita − investimento. Lembre dos custos de produto/serviço: ROAS bom com margem apertada pode dar lucro pequeno.
Benchmarks para calibrar expectativa
A taxa de conversão de sites de serviços no Brasil costuma ficar entre 1% e 5%: acima disso, sua página é um ativo. E-commerce varia de 0,8% a 2,5%. O CPC médio varia forte por nicho: serviços locais muitas vezes ficam entre R$ 1,50 e R$ 6,00; nichos competitivos de jurídico e seguro passam disso com folga. Use sua conta real como régua: benchmarks servem para calibrar, não para prometer.
Dobrar a taxa de conversão de 2% para 4% dobra o resultado da mesma verba. Muitas vezes, otimizar a página (velocidade, prova social, formulário curto) rende mais do que dobrar o investimento.
E se o ROAS der negativo?
- Verifique o funil antes do anúncio: velocidade, oferta clara, formulário curto e WhatsApp visível.
- Reveja o ticket médio: pacotes, combos e recorrência mudam toda a matemática.
- Segmentação errada é a causa nº 1 de CPC alto sem conversão: segmente por intenção, não por volume.
- Rode pelo menos 30 dias: otimização precisa de dados; cortar na semana 2 mata o aprendizado.