Serviços Blog Cases Glossário Soluções Ferramentas Contato Consultoria Gratuita

Tecnologia & CMS

Checklist de migração WordPress → Framer: os 35 itens em 3 fases

18/09/2026 9 min de leitura Por Equipe M&C

Migração não falha por falta de conhecimento: falha por item esquecido. Este checklist condensa o processo oficial em 35 verificações distribuídas em 3 fases: antes (preparação e baseline), durante (o build e a véspera do DNS) e depois (o monitoramento que dura semanas, não dias). Imprima, marque, e a migração vira rotina.

O checklist espelha o guia oficial da migração WordPress → Framer (35 itens). A lógica das fases: nada entra na fase seguinte sem a anterior fechada: e a fase 3 é a mais negligenciada (é onde o tráfego se perde em silêncio).

Fase 1: Antes da migração (7 itens)

  1. Crawl completo do site feito e exportado (Screaming Frog ou equivalente).
  2. Mapa de URLs construído (antigo → novo, com prioridade por tráfego e backlinks).
  3. Metadados exportados do plugin de SEO (Yoast/Rank Math): não recriados de memória.
  4. Dados estruturados documentados (quais tipos existem e onde).
  5. Métricas de base registradas: tráfego, rankings, Core Web Vitals.
  6. Backup completo do WordPress (banco + arquivos).
  7. Conteúdo podado: páginas sem tráfego e sem backlink há 12+ meses aposentadas.

Fase 2: Durante a migração (15 itens)

  1. Redirects 301 permanentes implementados (curingas onde possível).
  2. Títulos e meta descriptions recriados fielmente.
  3. Open Graph configurado para compartilhamento social.
  4. URLs canônicas definidas.
  5. Dados estruturados (JSON-LD) adicionados para resultados enriquecidos.
  6. Sitemap XML verificado.
  7. robots.txt revisado: nenhum Disallow: / herdado do staging.
  8. Links internos atualizados (incluindo dentro do texto rico do CSV).
  9. Imagens otimizadas (WebP/AVIF, comprimidas, dimensão correta).
  10. Imagens above-the-fold com carregamento eager: nunca lazy.
  11. Redirects testados antes da troca de DNS.
  12. Staging confirmado como noindex.
  13. Formulários, analytics e integrações verificados.
  14. Conteúdo com estrutura de resposta direta nas páginas-chave (formato que IAs citam).
  15. Plano de rollback documentado: DNS revertido, WordPress de pé.

Fase 3: Depois do lançamento (10 itens + o calendário)

  1. Sitemap enviado ao Search Console.
  2. Páginas principais solicitadas para reindexação.
  3. Erros de rastreamento monitorados diariamente: por 30 dias.
  4. Rankings acompanhados semanalmente: por 8 a 12 semanas.
  5. Core Web Vitals validados contra a baseline da fase 1.
  6. Links externos sob seu controle atualizados (parceiros, diretórios, Google Business).
  7. Renderização mobile verificada nas páginas-chave (indexação mobile-first).
  8. Cadeias e loops de redirect simplificados (A→B→C vira A→C).
  9. Dados estruturados validados com o teste de resultados avançados.
  10. Alt text das imagens verificado (o dado que o CSV mais perde).
O calendário que acompanha o checklist

48 horas antes do corte: TTL do DNS reduzido para 300 segundos (a mudança propaga em minutos, não em horas). Dia do corte: troca em janela de menor tráfego; SSL automático; redirects conferidos em produção. Primeiros 72 horas: WordPress de pé com rollback pronto. 30 dias: erros de rastreamento diários. 8–12 semanas: rankings semanais até a estabilização. O dado que pode desaparecer temporariamente: o campo de Core Web Vitals do Search Console se reconstrói em cerca de 28 dias: ausência de dado não é queda de desempenho.

Checklist é a metade mecânica do processo: a outra metade está no passo a passo de 8 etapas e nas 17 regras de SEO que explicam o porquê de cada item. E se a lista for grande demais para a agenda, o serviço de migração da M&C executa os 35 itens com relatório de verificação: a migração que você aprova em vez de operar.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas

Por que o checklist separa as fases antes, durante e depois?
Porque os erros têm timing próprio: os de preparação (sem baseline, sem mapa de URLs) são invisíveis até o pós-lançamento; os de execução (redirect faltando, noindex herdado) aparecem no dia do corte; e os de monitoramento (cadeia de redirect, queda de ranking) só aparecem semanas depois. Fechar cada fase antes da seguinte evita retrabalho cruzado.
Quanto tempo antes da troca de DNS devo reduzir o TTL?
48 horas antes, para 300 segundos. O TTL determina por quanto tempo resolutores na internet guardam o endereço antigo do seu domínio: reduzido com antecedência, a mudança de DNS propaga em minutos. Depois do corte, o TTL volta ao valor normal (em torno de 3600 segundos).
O que é o plano de rollback e por que documentar?
É o caminho de reversão caso algo dê errado: apontar o DNS de volta ao site antigo, que permanece no ar. A recomendação é manter o WordPress rodando por pelo menos 72 horas após o corte com o plano escrito: reverter um DNS leva minutos; reconstruir um site que foi desligado cedo demais leva semanas.
Quanto tempo depois da migração ainda preciso monitorar?
Erros de rastreamento: diariamente por 30 dias (404 é o erro mais comum e mais fácil de corrigir). Rankings: semanalmente por 8 a 12 semanas, com flutuação normal nas 4 primeiras. Core Web Vitals de campo: o Search Console reconstrói o histórico em cerca de 28 dias após a migração.
Posso usar este checklist para migrações de outras plataformas?
A estrutura (antes/durante/depois, com foco em SEO) vale para qualquer migração. Os itens específicos variam: para Webflow existe a versão própria do checklist, com atenção a coleções, slugs de CMS e rotas localizadas; para HTML estático, o foco se desloca para a reconstrução de formulários e scripts.

Prefira o checklist executado por especialistas

A M&C executa a migração completa com este processo: e assina o resultado. Conheça o serviço.

Continue lendo

Leia também

Fale conosco no WhatsApp