O checklist espelha o guia oficial da migração WordPress → Framer (35 itens). A lógica das fases: nada entra na fase seguinte sem a anterior fechada: e a fase 3 é a mais negligenciada (é onde o tráfego se perde em silêncio).
Fase 1: Antes da migração (7 itens)
- Crawl completo do site feito e exportado (Screaming Frog ou equivalente).
- Mapa de URLs construído (antigo → novo, com prioridade por tráfego e backlinks).
- Metadados exportados do plugin de SEO (Yoast/Rank Math): não recriados de memória.
- Dados estruturados documentados (quais tipos existem e onde).
- Métricas de base registradas: tráfego, rankings, Core Web Vitals.
- Backup completo do WordPress (banco + arquivos).
- Conteúdo podado: páginas sem tráfego e sem backlink há 12+ meses aposentadas.
Fase 2: Durante a migração (15 itens)
- Redirects 301 permanentes implementados (curingas onde possível).
- Títulos e meta descriptions recriados fielmente.
- Open Graph configurado para compartilhamento social.
- URLs canônicas definidas.
- Dados estruturados (JSON-LD) adicionados para resultados enriquecidos.
- Sitemap XML verificado.
- robots.txt revisado: nenhum Disallow: / herdado do staging.
- Links internos atualizados (incluindo dentro do texto rico do CSV).
- Imagens otimizadas (WebP/AVIF, comprimidas, dimensão correta).
- Imagens above-the-fold com carregamento eager: nunca lazy.
- Redirects testados antes da troca de DNS.
- Staging confirmado como noindex.
- Formulários, analytics e integrações verificados.
- Conteúdo com estrutura de resposta direta nas páginas-chave (formato que IAs citam).
- Plano de rollback documentado: DNS revertido, WordPress de pé.
Fase 3: Depois do lançamento (10 itens + o calendário)
- Sitemap enviado ao Search Console.
- Páginas principais solicitadas para reindexação.
- Erros de rastreamento monitorados diariamente: por 30 dias.
- Rankings acompanhados semanalmente: por 8 a 12 semanas.
- Core Web Vitals validados contra a baseline da fase 1.
- Links externos sob seu controle atualizados (parceiros, diretórios, Google Business).
- Renderização mobile verificada nas páginas-chave (indexação mobile-first).
- Cadeias e loops de redirect simplificados (A→B→C vira A→C).
- Dados estruturados validados com o teste de resultados avançados.
- Alt text das imagens verificado (o dado que o CSV mais perde).
48 horas antes do corte: TTL do DNS reduzido para 300 segundos (a mudança propaga em minutos, não em horas). Dia do corte: troca em janela de menor tráfego; SSL automático; redirects conferidos em produção. Primeiros 72 horas: WordPress de pé com rollback pronto. 30 dias: erros de rastreamento diários. 8–12 semanas: rankings semanais até a estabilização. O dado que pode desaparecer temporariamente: o campo de Core Web Vitals do Search Console se reconstrói em cerca de 28 dias: ausência de dado não é queda de desempenho.
Checklist é a metade mecânica do processo: a outra metade está no passo a passo de 8 etapas e nas 17 regras de SEO que explicam o porquê de cada item. E se a lista for grande demais para a agenda, o serviço de migração da M&C executa os 35 itens com relatório de verificação: a migração que você aprova em vez de operar.