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Tecnologia & CMS

Checklist de migração Webflow → Framer: os 35 itens em 3 fases

18/09/2026 8 min de leitura Por Equipe M&C

A migração Webflow → Framer é das mais previsíveis: coleções exportam em CSV, os conceitos se mapeiam quase um a um. Previsível não significa trivial: são 35 verificações oficiais entre preparação, execução e monitoramento. Este checklist as organiza em 3 fases com o foco extra que a plataforma pede: coleções de CMS, slugs e rotas localizadas.

Use este checklist junto com o guia de 8 etapas e o guia de SEO: ele é a camada de verificação. Regra do jogo: item não marcado não deixa a fase avançar.

Fase 1: Antes (7 itens)

  1. Crawl completo do Webflow feito e exportado (estáticas, CMS, localizadas, utilidade, campanhas).
  2. Mapa de URLs construído (antigo → novo, com prioridade).
  3. Metadados de páginas e templates de CMS exportados.
  4. Dados estruturados documentados.
  5. Métricas de base registradas: tráfego, rankings, Core Web Vitals.
  6. Projeto Webflow e exportações de origem preservados.
  7. URLs aposentadas revisadas por tráfego, backlinks, conversões e valor de negócio: cada uma mapeada para redirect relevante ou 404/410 verdadeiro.

Fase 2: Durante (17 itens)

  1. Redirects 308/301 permanentes implementados.
  2. Títulos e meta descriptions recriados.
  3. Open Graph configurado.
  4. Canônicos configurados.
  5. Dados estruturados adicionados.
  6. Sitemap gerado verificado.
  7. robots.txt revisado.
  8. Links internos atualizados.
  9. Imagens otimizadas.
  10. Imagens above-the-fold sem lazy-load.
  11. Referências e slugs de CMS verificados (o ponto cego do Webflow: multi-referências).
  12. Rotas localizadas verificadas (hreflang, canônicos por idioma, slugs localizados).
  13. Redirects testados antes da troca de DNS.
  14. Staging excluído da indexação.
  15. Formulários, analytics e integrações verificados.
  16. TTL do DNS preparado para o corte (300s com 48h de antecedência).
  17. Plano de rollback documentado.

Fase 3: Depois (11 itens)

  1. DNS trocado e domínio de produção verificado (SSL incluso).
  2. Sitemap enviado ao Search Console.
  3. Páginas principais solicitadas para reindexação.
  4. Erros de rastreamento monitorados.
  5. Rankings acompanhados.
  6. Core Web Vitals validados contra a baseline.
  7. Links externos sob seu controle atualizados.
  8. Renderização mobile verificada.
  9. Problemas de redirect resolvidos (cadeias e loops).
  10. Dados estruturados validados.
  11. Alt text das imagens verificado.
Os 3 itens que a migração Webflow mais esquece

Multi-referências de CMS: a relação importa apenas com a coleção referenciada já importada: na ordem errada, o campo chega vazio e a página quebra discretamente. Rotas localizadas: cada idioma tem canônico, hreflang e slugs próprios: metade dos sites multilíngues perde tráfego de um idioma só, porque só o principal foi conferido. Redirects herdados: o Webflow antigo já tinha redirects; ignorá-los cria cadeias A→B→C que diluem autoridade. Importe os destinos finais, não os intermediários.

Com o checklist fechado, a migração Webflow → Framer vira operação rotineira. Para o processo completo, os guias de etapas e de SEO; para a decisão de plataforma, o comparativo; e para execução terceirizada, o serviço da M&C.

Perguntas frequentes

Dúvidas rápidas

Qual a diferença entre o checklist Webflow e o de WordPress?
A estrutura de 3 fases é a mesma; o conteúdo se adapta à plataforma. No Webflow, a atenção extra vai para coleções de CMS (referências, multi-referências e slugs), rotas localizadas (cada idioma é uma rota com canônico próprio) e herança dos redirects existentes. No WordPress, o foco extra é a exportação de metadados dos plugins de SEO e as URLs típicas (/?p=, /category/, /feed/).
Por que verificar referências e multi-referências do CMS?
Porque a relação entre coleções depende de ordem: a coleção referenciada precisa existir antes da importação da que a referencia. Na ordem errada, os campos chegam vazios e as páginas de detalhe renderizam incompletas: um erro discreto que páginas de equipe, produtos e cases revelam semanas depois.
O que são rotas localizadas e por que merecem item próprio?
Sites multilíngues têm uma rota por idioma (/en/, /es/...), cada uma com canônico, hreflang e slugs de CMS próprios. Na migração, cada rota precisa ser verificada: conferir apenas o idioma principal é a causa mais comum de um único idioma perder tráfego silenciosamente após a troca.
Redirects 301 e 308: qual a diferença prática?
Ambos são permanentes e transmitem autoridade de link. O 308 exige que o método HTTP (GET/POST) seja preservado na requisição; o 301 permite que o cliente ajuste o método. Na prática de migração de site, o 301 é o padrão universal: o importante é que o redirect seja permanente (nunca 302/307 temporários).
Quando o checklist é considerado concluído?
Quando os 35 itens estão marcados e o calendário de monitoramento terminou: 30 dias de erros de rastreamento diários e 8 a 12 semanas de rankings semanais. A migração só está encerrada quando o tráfego e as posições se estabilizam na linha de base registrada na fase 1: ou acima dela.

Migração Webflow → Framer sem item esquecido

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