As dores de campanhas políticas no digital
As regras do TSE que travam a mídia improvisada
Prazos, prestação de contas, formato de propaganda: a mídia eleitoral tem regras específicas que mudam a cada eleição: o impulsionamento fora delas gera multa ao candidato e remoção do conteúdo. A campanha digital pede quem conhece as regras.
O impulsionamento que gera like de fora do território
O alcance que o algoritmo entrega não é o do eleitorado: sem a segmentação geográfica do território eleitoral, a verba gera engajamento de quem não vota. O alcance real do colégio eleitoral é a métrica.
O conteúdo que engaja o aliado e não persuade o indeciso
O post que agrada a base é o que menos alcança o indeciso: a campanha digital precisa equilibrar o engajamento da militância com a mensagem que fala com quem decide o voto. Sem equilíbrio, o alcance vira comício online.
Como funciona: o método
- Compliance eleitoral em toda peça: A campanha dentro das regras: prestação de contas dos impulsos, prazo da propaganda e o formato que as plataformas autorizam: a mídia que não gera problema ao candidato.
- Segmentação do território eleitoral: O alcance concentrado no colégio eleitoral da disputa: a verba do eleitor que vota, não o engajamento de quem aplaude de longe.
- Mensagem por público: base e indeciso: O conteúdo da militância (mobilização) e o do indeciso (proposta, biografia, resultado): as mensagens certas para os dois públicos que decidem a eleição.
- Otimização de engajamento real: Os criativos testados por alcance real no território e resposta do eleitorado: a verba no que move o voto, não o like.
- Relatório com prestação de contas: O impacto de cada real com a transparência que a prestação eleitoral exige: o relatório que a contabilidade da campanha aproveita.