Por que sites de escritórios não ranqueiam
Os portais ocupam a cabeça da busca
Jusbrasil e agregadores dominam termos genéricos como "advogado" e "advogado trabalhista" sozinho. O escritório que tenta competir na cabeça gasta anos sem sair do lugar: enquanto a busca área + cidade, onde o cliente já decidiu, fica sem página para ranquear.
Site institucional de uma página só
"Áreas de atuação" como lista de links não dá sinal nenhum ao Google. Sem página dedicada com conteúdo real por área, o algoritmo não sabe quando mostrar o site: e quando mostra, é para quem já procurou o nome do escritório.
Zero prova de experiência (E-E-A-T)
Direito é tema YMYL: o Google exige evidência de quem está falando. Sem OAB visível, sem artigos assinados, sem casos comentados dentro da ética, o site é tratado como mais uma página de marketing: e fica fora das primeiras posições.
Como funciona: o método
- Mapa de busca por área: Cada área tem vocabulário próprio: "rescisão", "inventário", "usucapião". O plano de ranqueamento começa pelas buscas que geram consulta, não pelas que geram volume vazio.
- Página por área + cidade: Uma página forte por área de atuação, com camada local por cidade atendida: é essa combinação que o ranqueamento local premia, e é onde a concorrência é batível.
- Conteúdo que prova autoridade: Artigos assinados pelo advogado responsável, dentro do Código de Ética da OAB, respondendo as dúvidas que o cliente pesquisa antes de ligar.
- Google Business + citações jurídicas: Perfil da Empresa por unidade, diretórios do setor e consistência de NAP: os pilares do pack local que coloca o escritório no mapa antes do site.
- Medição por consulta, não por clique: Search Console e rastreamento por área: o relatório mostra em quais buscas o escritório ranqueia, sobe ou cai: e quantas consultas orgânicas cada posição entrega.