As dores de advogados no digital
Ações soltas que não conversam
Site de uma empresa, Instagram de outra, anúncio de terceira: cada peça gasta e nada compõe. No jurídico, o funil é longo e a confiança decide: estratégia solta significa cliente que vê, acha bonito e contrata o concorrente que apareceu de novo na semana seguinte.
A ética da OAB travando tudo
Sem promessa de resultado, sem captação sensacionalista, sem mercantilização: as regras do Código de Ética assustam quem não as domina. Marketing jurídico bem-feito não luta contra as regras: usa o que é permitido (informar, educar, provar autoridade) melhor que o concorrente.
Nenhum número além do faturamento
Sem medir custo por consulta, taxa de contrato e origem do cliente, o escritório aprova verba no achismo: e corta no pânico. A decisão de marketing jurídico sem dado é aposta; com dado, é gestão.
Como funciona: o método
- Site por área de atuação: Páginas por área com conteúdo ético e triagem no contato: a fundação que converte e ranqueia.
- SEO local por área + cidade: A cauda que o escritório consegue vencer dos portais: trabalhista Sorocaba, inventário Itu: busca local, intenção alta.
- Redes com pauta educativa: Instagram para o cliente final, LinkedIn para o B2B: conteúdo de direitos e processos dentro da OAB.
- Tráfego pago por área: Google Ads capturando demanda ativa com copy ética e páginas por área: consulta qualificada na primeira semana.
- Leads com triagem e régua: Área, urgência e cidade no primeiro contato; resposta em minutos; CRM com o funil jurídico. Consulta qualificada, não desabafo.