O desafio
Setor competitivo e verba queimada em anúncio
O Dr. Paulo Egydio é PhD em urologia pela USP, com especialização na Mayo Clinic e na Cleveland Clinic, e a clínica era referência em tratamentos que pouquíssimos médicos no Brasil realizam: doença de Peyronie, prótese peniana, curvatura congênita. Mas na busca o site disputava posição com portais genéricos de saúde e clínicas com equipes de SEO maiores.
O gerente de marketing chegou com uma dor clara: por mais que testasse estratégias e agências, o site não saía do lugar: e cada lead vinha de Google Ads, com custo por clique entre os mais caros da medicina. A verba de mídia pagava o crescimento; o maior ativo da clínica (a autoridade científica real do médico) estava invisível para o Google.
Havia também um gargalo técnico: o blog rodava em uma ferramenta engessada, sem controle de SEO on-page, sem velocidade e sem estrutura para escalar conteúdo. Cada publicação nova era uma batalha.
A solução
O que fizemos
Auditamos o site inteiro e a primeira decisão foi estrutural: migrar o blog para o WordPress, com arquitetura de URLs preservada e redirecionamentos 1:1: destravando a produção e dando controle total de títulos, schema e velocidade. A migración levou 3 semanas e não perdeu uma única posição.
Depois, transformamos a autoridade real em sinal de ranking (E-E-A-T): páginas de tratamento escritas com o selo do médico e revisão científica, dados estruturados de MedicalWebPage e Physician, perfil do autor em cada artigo e citações aos protocolos da Técnica Egydio: o Google passou a tratar o site como fonte médica, não como mais uma clínica.
No conteúdo, dominamos a cauda longa da especialidade: mais de 300 artigos respondendo cada dúvida do paciente de Peyronie e disfunção erétil: sintomas, cirurgia, recuperação, preços, o que ninguém explica. No Digital PR, a autoridade do médico virou pauta: entrevistas e artigos assinados em portais de saúde e grandes veículos, com links de sites de notícia apontando para as páginas de tratamento.
No tráfego pago, invertemos a lógica: Google Ads parou de pagar por termos que o orgânico já dominava e passou a cobrir só o que faltava: público de remarketing e buscas de marca de concorrentes. O CPC médio caiu porque a qualidade da conta subiu junto com o SEO.