As dores de terapeutas no digital
O paciente que busca terapia não sabe o nome dela
Quem sente dor lombar busca "dorado nas costas o que fazer": não "fisioterapia". Campanha ancorada só no nome da profissão perde o paciente que descreve o sintoma: a palavra certa é a dor dele, não o diploma de quem trata.
A sessão avulsa que não vira tratamento
CTR bom, sessão marcada, paciente que some após a 2ª visita: sem a régua de adesão (plano de sessões, conteúdo de evolução, lembrete de continuidade), a mídia paga sessão que o abandono cancela.
Promessa de cura que reprova e queima
Prometer fim da dor em X sessões viola a honestidade clínica e a política de saúde do Google. A copy que passa é a que explica o processo terapêutico: e o paciente que entende o processo adere ao tratamento.
Como funciona: o método
- Estrutura por sintoma e tratamento: Campanhas por dor descrita ("dor no ombro", "atraso de fala na criança") e por tratamento ofertado: cada uma com palavra, anúncio e página própria. A busca pelo sintoma acha quem resolve; a busca pelo método acha quem já decidiu.
- Copy educativa sem promessa de cura: Como é a avaliação, o que esperar das primeiras sessões, como funciona o plano: a honestidade que passa na revisão do Google e que qualifica o paciente que adere.
- Régua de adesão ao tratamento: Plano de sessões apresentado na avaliação, conteúdo de evolução no WhatsApp e lembrete de continuidade: a mídia que gera paciente que termina o tratamento, não sessão avulsa que abandona.
- Página por tratamento com prova: Especialidade, tempo de atuação, como funciona a sessão: a página que responde a dúvida e mostra o caminho do "achei na busca" ao "agendei minha avaliação".
- Medição por sessão iniciada: Conversão por avaliação e por paciente ativo em tratamento: o número que mostra se a mídia traz paciente de plano, não de sessão única.