As dores de e-commerce no digital
ROAS bonito no painel, caixa vazio no fim do mês
ROAS 8 na campanha genérica pode ser prejuízo: produto de giro rápido com margem fina domina o relatório e esconde o rombo dos itens de margem alta. Sem margem por produto na conta, a mídia otimiza para o número errado.
O feed do Shopping que reprova e some
Anúncio de produto reprovado por política, preço divergente e foto fora do padrão derrubam a campanha inteira: sem aviso, no meio da noite. Feed tratado é o alicerce do Shopping; sem ele, cada promoção é um apagamento.
Carrinho abandonado: a venda que a mídia já pagou
70% dos carrinhos abandonam. Cada clique que não converteu já custou dinheiro: sem régua de recuperação (dynamic ads + e-mail + WhatsApp), a loja paga duas vezes pela venda que não acontece.
Como funciona: o método
- Conta com margem por produto, não só por campanha: A estrutura nasce do COGS: grupos por faixa de margem, lances diferentes para best-seller e quebra-galho: a mídia passa a vender o que dá lucro, não o que dá volume.
- Feed do Shopping tratado como ativo: Nomes padronizados, atributos obrigatórios, imagens no padrão e preço sempre em sincronia: o feed que aprova, roda e indexa. A base do Performance Max e do Shopping.
- Performance Max + Shopping com asset group por linha: Asset groups por categoria comercial (não por campanha única genérica), públicos-com-sinal alimentando o algoritmo e verba separada para marca: escala sem perder controle.
- Régua de carrinho e catálogo dinâmico: Dynamic ads com o produto exato no carrinho, e-mail em 1h/24h/72h e clique-para-carrinho no WhatsApp: a recuperação da venda que a mídia já pagou.
- Medição que fecha o caixa: GA4 com e-commerce completo, rastreio de margem e blended ROAS: o relatório mostra lucro por canal, não vaidade de ROAS isolado.