As dores de consultórios no digital
A política de saúde do Google reprova o anúncio errado
Saúde é categoria sensível: antes/depois, promessa de cura e depoimento de paciente dão reprovação e bloqueio de conta. O anúncio que passa é o que educa e diferencia: e é exatamente esse que converte melhor no consultório.
A concorrência dos agregadores e clínicas de rede
Doctoralia, portais de agendamento e redes nacionais ocupam a primeira página de "consulta + especialidade". O consultório vence onde eles não têm profundidade: especialidade + cidade + convênio, com página que responde a dúvida do paciente.
Verba queimada em curioso, não em paciente
Clique de quem só quer informação custa o mesmo que o clique de quem quer consultar. Sem filtro de intenção (palavra de fundo de funil + triagem no primeiro contato), o orçamento vira painel bonito e agenda vazia.
Como funciona: o método
- Estrutura por especialidade e procedimento: Campanhas separadas por especialidade e pelo procedimento de maior ticket (consulta, exame, procedimento): cada uma com palavras, anúncio e página próprios. Busca de "check-up" nunca cai na página do procedimento.
- Anúncios aprovados na política de saúde: Copy educativa que passa na revisão do Google e diferencia o consultório: especialidade, experiência, como é a consulta. Zero antes/depois, zero depoimento de paciente, zero promessa de resultado clínico.
- Filtro de intenção antes do gasto: Palavras de fundo de funil (especialidade + sintoma + cidade) e triagem no WhatsApp: o que chega ao recepcionista já é paciente com contexto, não curioso com pergunta solta.
- Página por especialidade, não uma institucional: Landing por especialidade com conteúdo real de atendimento, convênios e FAQ: Quality Score sobe, CPC cai e o paciente lê antes de ligar, chegando semi-decidido.
- Medição por consulta agendada: Conversões separadas por especialidade no GA4 + registro de comparecimento: o relatório mostra custo por consulta que compareceu: o único número que interessa ao consultório.