As dores de cirurgiões no digital
O ticket alto que atrai clique caro e curioso
Cirurgia é decisão de meses: procurar informação não é agendar avaliação. Campanha sem filtrar estágio de decisão queima verba em paciente que está no começo da pesquisa: e o CPC da saúde não perdoa.
As amarras do CFM na publicidade
Prometer resultado estético, antes/depois e depoimento exploratório violam o Código de Ética Médica e a política do Google: reprovação, bloqueio e risco ao registro. O anúncio que passa é o educativo: e é o que gera a consulta certa.
A concorrência das clínicas de rede
Redes nacionais de estética e cirurgia dominam os termos genéricos com verba infinita. O cirurgião local vence na cauda: procedimento + cidade, com página que responde a dúvida real e prova objetiva de titulação.
Como funciona: o método
- Estrutura por procedimento: Campanhas separadas por procedimento (rinoplastia, implante, cirurgia bariátrica): cada uma com palavras, anúncio e página próprios. "Quero fazer" e "quanto custa" são buscas diferentes e merecem caminho diferente.
- Copy educativa aprovada na revisão: O que é o procedimento, para quem é, como é a avaliação: sem antes/depois, sem promessa de resultado, sem urgência sensacionalista. A copy honesta passa na revisão e converte o paciente certo.
- Filtro de intenção antes do gasto: Palavras de decisão (procedimento + cidade, "avaliação", "valor") + triagem no WhatsApp: o que chega é paciente com estágio e contexto: a agenda recebe avaliação, não pesquisa escolar.
- Página por procedimento com prova objetiva: Titulação, anos, hospital de vínculo, duração da avaliação: a prova que constrói confiança sem violar a ética e que o paciente lê antes de ligar.
- Medição por avaliação agendada: Conversão por procedimento no GA4 + rastreio de comparecimento: custo por avaliação comparecida: o número que compara com o ticket do procedimento.