As dores de cirurgiões no digital
O dilema do cirurgião nas redes
Postar dica de saúde constrói autoridade; postar resultado vira risco ético. Sem o roteiro que separa educação de promessa, o perfil oscila entre o apagado e o perigoso: e o alcance nunca vira avaliação.
O alcance que não agenda
Vídeo bom de views, salvo e compartilhado: e nenhuma avaliação. Sem o caminho do conteúdo à consulta (CTA por procedimento, WhatsApp com triagem), o perfil é autoridade de praça pública sem agenda.
O tempo que o cirurgião não tem
Roteiro, gravação, edição, legenda, resposta: conteúdo de qualidade exige hora que a cirurgia consome. Delegado sem pauta, vira post genérico de data comemorativa; o perfil morre no meio do caminho.
Como funciona: o método
- Pauta técnica-acessível por procedimento: As dúvidas reais (dor, risco, recuperação, retorno) explicadas em 30s: o conteúdo que posiciona como o especialista que responde, dentro do CFM.
- Compliance no roteiro, não na censura: Sem antes/depois público, sem promessa de resultado, sem depoimento sensível: com criativo que usa formato forte (vídeo curto, carrossel técnico) para competir no feed.
- Gravação assistida de 30 min/mês: Roteiro pronto, gravação guiada e 8–12 peças/mês: o cirurgião gravou meia hora, o perfil publica o mês.
- O caminho à avaliação: CTA por procedimento, WhatsApp com triagem e link de agenda: o alcance que chega ao consultório com contexto.
- Medição por avaliação gerada: UTM por post e conversão por avaliação agendada: o relatório mostra qual tema gerou consulta, não qual deu mais views.