Por que sites de campanhas políticas não ranqueiam
O nome do candidato nas mãos dos outros
Quem pesquisa o candidato encontra notícia, oposição e agregador: não a própria campanha. Site que não ranqueia para o nome entrega a primeira página da decisão ao acaso.
Site montado tarde e jogado fora
Campanha que sobe site na véspera da convenção não indexa a tempo. Ranqueamento político é corrida contra o calendário: páginas precisam estar no ar e indexadas antes do pico.
Propostas em vídeo sem texto
O eleitor busca "candidato X propostas saúde". Vídeo sozinho não ranqueia: sem texto estruturado por tema e região, a proposta não é encontrada nem citada.
Como funciona: o método
- Site no ar cedo, estrutura legal: Lançamento dentro do calendário eleitoral com responsável declarado: a base que precisa indexar antes do pico de busca do nome.
- Página por tema + região: Saúde, segurança, transporte: propostas por tema com camada por cidade/bairro: a busca "candidato X propostas em região" tem resposta própria.
- Nome monitorado (SERP do candidato): O que aparece ao pesquisar o nome, canal por canal: monitorar e ocupar as primeiras posições com conteúdo próprio e menções estruturadas.
- Perfil do Google e mapas: Comitês e eventos como presença local: o eleitor que busca o comitê mais perto encontra.
- Medição por intenção: Buscas do nome e cliques por tema: o termômetro do eleitorado: dado de campanha que mídia paga não entrega.