As dores de deliverys no digital
O pedido da semana que vira ping-pong no WhatsApp
O cliente quer fechar a semana inteira e a operação responde em fragmentos: prato? endereço? pagamento? dia?: 12 mensagens para o que deveria ser 2 toques. Cada ida e volta é uma chance de desistência; a operação que escala em conversa manual satura exatamente na segunda em que a base cresce.
O plano que é preço escondido
O cliente de assinatura é o mais valioso e o mais desconfiado: quer saber o que come, quando muda o cardápio e como pausa. Plano sem página com regras claras gera a dúvida que trava o contrato: "e se eu não gostar?" sem resposta é assinatura sem conversão.
A semana que muda e o site que não acompanha
O cardápio de marmita é vivo: muda na segunda, muda no feriado, muda com o fornecedor. Site que exige programador para cada atualização força o delivery a vender a semana passada: cardápio defasado é a desconfiança que devolve o cliente para o app.
Como funciona: o método
- Cardápio semanal navegável: A semana como interface: prato por dia, preço, tag (fit, tradicional, sem lactose): o cliente monta a segunda à sexta num único fluxo, sem colar lista no WhatsApp.
- Plano com regras na página: O semanal e o mensal com o que inclui, como pausa, como troca: as respostas que o cliente de assinatura precisa antes de assinar, escritas onde a decisão acontece.
- Pedido recorrente em 2 toques: A semana passada salva e o pedido repetido com confirmação: a recorrência que era esforço do cliente virou default da interface.
- Raio, taxa e horário no topo: A tríade que decide antes do cardápio: entrega aqui? quanto custa? até que horas?: respondida na primeira dobra, sem suporte.
- Gestão da semana sem programador: Painel onde a equipe troca o prato de quarta em um minuto: a semana viva porque atualizar é fácil, e fácil é o que acontece todos os dias.