A jornada do paciente mudou: a recomendação de vizinho virou busca no Google. O paciente pesquisa o especialista, lê avaliações, compara clínicas da região e só então marca. Saúde é categoria YMYL (sua vida, seu dinheiro): o Google cobra autoridade e confiabilidade acima do normal. Este checklist cobre os 20 pontos que fazem a clínica aparecer e converter.
Checklist 1: presença local (onde o paciente decide)
- Perfil no Google Meu Negócio de cada unidade, com especialidade correta (categoria específica vale mais que genérica).
- Nome, endereço e telefone idênticos no site, perfil e diretórios médicos.
- Horários atualizados (incluindo feriados) e telefone que atende.
- Fotos reais: fachada, recepção, equipamentos e equipe (banco de imagem genérico passa desconfiança).
- Avaliações: pedir após o atendimento, responder todas (as boas e as ruins) com tom profissional.
Checklist 2: site que o paciente (e o Google) confiam
- Página por especialidade/serviço: 'cardiologista em [cidade]' com CRM, formação e abordagem do médico.
- Página por profissional com biografia completa: formação, residência, títulos, áreas de atuação.
- Agendamento visível na primeira dobra: WhatsApp com mensagem pré-preenchida ou formulário curto.
- Velocidade mobile: paciente busca no celular, muitas vezes no momento da dor.
- Política de privacidade e LGPD em ordem (dados de saúde são sensíveis: cuidado dobrado).
Em conteúdo de saúde, o Google cobra experiência e autoridade demonstráveis: quem assina o artigo é médico com CRM visível, formação documentada e pragmatismo clínico. Artigo genérico de blog sem autoria médica perde para conteúdo assinado por quem atende. Cada texto do site e do blog deve ter o médico responsável pelo conteúdo, com link para a página dele.
Checklist 3: conteúdo que o paciente busca
- Perguntas reais de consulta: 'quando a dor no peito é emergência?', 'qual a diferença entre X e Y', 'como é o exame Z'.
- Artigos por sintoma e tratamento com linguagem de paciente (sem jargão) e posição responsável: informar, não diagnosticar.
- Preparo de exames em página própria ('como se preparar para a endoscopia'): busca de alta intenção que poucos concorrentes cobrem.
- Convenios e formas de pagamento claros: é filtro de decisão real.
- Antes e depois de procedimentos (dentro da ética médica) e históricos de caso com consentimento.
- Avaliações do Google respondidas com padrão profissional e sem dados de paciente.
- Depoimentos no site com contexto real (tratamento concluído, consentimento).
- Presença em diretórios médicos respeitados (Doctoralia e equivalentes) com perfil completo.
- Menções em veículos de saúde locais quando possível: autoridade externa conta em YMYL.
Checklist 5: medição e IA
- GA4 com eventos de agendamento (WhatsApp clicado, formulário enviado, telefone).
- Relatório mensal: visitas por especialidade, chamadas, agendamentos e origem.
- Rotina de citação em IA: pacientes já perguntam ao ChatGPT 'qual dermatologista perto de mim'; o Score de Citação em IA mede a prontidão.
- Conteúdo estruturado para IA: o checklist de busca com IA cobre a camada de extratibilidade.
O prazo honesto
SEO médico é maratona com vitoria rápida local: o perfil no Google corrigido e avaliações ativas mudam a chamada no telefone em semanas; o conteúdo ranqueia no ciclo de 3 a 6 meses. A fundação técnica e local está no serviço de SEO local da M&C, e o ponto de partida sai no diagnóstico gratuito.